Deixa eu me apresentar:
Minha história começa pelo corpo.
Sou formada em Fisioterapia e, desde o início da minha atuação, percebi que muitas dores físicas carregavam algo a mais — emoções não expressas, conflitos internos, histórias mal digeridas. O corpo falava, mesmo quando a mente tentava ignorar.


Esse olhar me levou a estudar a relação entre corpo e emocional. Comecei a dar mentorias e cursos baseados no método da Louise Hay (Você Pode Curar Sua Vida), falando sobre amor-próprio, autocuidado e consciência emocional.
Mas, com o tempo, ficou claro: eu ensinava algo que ainda não vivia plenamente.
Havia um discurso e havia a prática. E eles não estavam alinhados.


Foi então que decidi ir para a Austrália, para estudar e trabalhar.
A mudança externa foi grande, mas o que mais me marcou foi o que começou a acontecer por dentro. Meu corpo passou a dar sinais claros de que algo precisava mudar — não apenas na rotina, mas nas crenças, nos hábitos e na forma como eu me cuidava e me tratava.

- 3 meses sem menstruar,
- Roxos nas pernas,
- Dificuldade de digestão
Era hora de me Reconectar
Depois, em Bali e na Tailândia, vivi experiências profundas de conexão.
Aprendi sobre fé, sobre confiar, sobre desacelerar e, principalmente, sobre ouvir o corpo com mais honestidade. Ali, comecei a entender que cura não é controle — é presença.


Na volta, recebi uma carta da minha terapeuta e amiga. Nela, havia uma frase simples e transformadora:
“Se conecte com o mar”. A partir desse momento, tudo começou a se reorganizar.
O esporte entrou como disciplina e prazer. Os hábitos começaram a mudar. A escrita surgiu como espaço de escuta interna. O sentir ganhou mais espaço do que o explicar. Aprendi a deixar fluir, sem abandonar a responsabilidade comigo mesma.




Hoje, entendo que toda essa trajetória não foi apenas para mim.
Este espaço nasce do encontro entre corpo, emoção, escrita e consciência. Um lugar onde compartilho reflexões, experiências e caminhos possíveis para quem sente que a vida pede mais verdade, mais presença e menos endurecimento.
Não ofereço respostas prontas. Ofereço processo, escuta e profundidade — vividas, sentidas e integradas.
Vamos juntos?!